É incrível como viver nessa sociedade acabam nos levando para um mundo igual ao deles. São imperceptivelmente inconscientes as nossas decisões de viver exatamente do jeito deles. Queremos isso porque somos carentes e precisamos do reconhecimento de igualdade dos o outros. Mas percebo todos os dias que alguns nasceram diferentes e, sem querer, forçaram-se a ser iguais. Percebo isso porque a tentativa, de certa forma, falhou e foi exatamente este pedaço faltando que me levou a achar que são parecidos comigo e mais esclarecidos.
Me impressiono com a capacidade que adquirimos, ao longo das nossas vidas, de jogar nossas fantasias e mistérios que sempre quisemos desvendar para um universo abafado por nós mesmos!
sábado, 30 de abril de 2011
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Ah, pelo menos alguns gostam
E quem foi que disse que vale a pena conhecer bons frutos? Acabo de entrar no meu processo de luto e, cheia de pensamentos ilusórios, me afundo num lugar totalmente palpável. O pior é que ninguém vem para ajudar. Ninguém é capaz de se dispor a entender, só entender. Ninguém quer dar a mão para tentar puxar. Me parece que gostam de nos ver caindo...
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Tenho
Eu tenho umas dores por aí.
Umas cujos corações ainda batem, outras que não mais.
Há aquelas que coexistem e há as que resolveram me respeitar.
Entendo das que chamo de passado constante mas não das de passado inconstante.
Peço perdão para as que decidi sentir como espelho das minhas próprias invenções. É o reflexo inverso de um passado que não doeu em mim. Hoje, presa nas minhas próprias garras, nas armadilhas que criei para os outros. Peço perdão, porque peço que despareça.
Prefiro o vazio a essas que carrego por aí no peito, porque ainda as inspiro, e a essas que carrego por aqui nas costas - sinto pesar.
Umas cujos corações ainda batem, outras que não mais.
Há aquelas que coexistem e há as que resolveram me respeitar.
Entendo das que chamo de passado constante mas não das de passado inconstante.
Peço perdão para as que decidi sentir como espelho das minhas próprias invenções. É o reflexo inverso de um passado que não doeu em mim. Hoje, presa nas minhas próprias garras, nas armadilhas que criei para os outros. Peço perdão, porque peço que despareça.
Prefiro o vazio a essas que carrego por aí no peito, porque ainda as inspiro, e a essas que carrego por aqui nas costas - sinto pesar.
terça-feira, 5 de abril de 2011
Atos Indignos, reações er...já previstas!
Sempre me afasto quando me machucam.
As vezes me machucam sem querer e, mesmo assim, gosto de me afastar.
A sorte se deu conta, muito felizmente, de deixar me afastar e não ter de coexistir com autores e vilões, sempre vilões, das minhas dores. Gratificante.
Você não me fez mal mas acabou ignorando o bem que já fez. Para mim, passar despercebido é o mesmo que jogar no lixo. Um lixo fétido de tão putrefato e, com aquele xurume nojento que me faz ter a menor vontade de buscar algo que foi jogado fora sem querer. Porque afinal, presume-se que o estrago não foi proposital, não é?
Comlurb existe para isso. Passa todos os dias de madrugada, inclusive em frente ao seu prédio, pois já me deixou esperando algumas vezes até que o lixo fosse recolhido.
Enfim, chegando nos tempos em que as lembranças param de trazer sentimentos de saudade ou de dor decorrente e passam simplesmente a ganhar título de passado.
Novos tempos...
(com nada de novo para mim)
As vezes me machucam sem querer e, mesmo assim, gosto de me afastar.
A sorte se deu conta, muito felizmente, de deixar me afastar e não ter de coexistir com autores e vilões, sempre vilões, das minhas dores. Gratificante.
Você não me fez mal mas acabou ignorando o bem que já fez. Para mim, passar despercebido é o mesmo que jogar no lixo. Um lixo fétido de tão putrefato e, com aquele xurume nojento que me faz ter a menor vontade de buscar algo que foi jogado fora sem querer. Porque afinal, presume-se que o estrago não foi proposital, não é?
Comlurb existe para isso. Passa todos os dias de madrugada, inclusive em frente ao seu prédio, pois já me deixou esperando algumas vezes até que o lixo fosse recolhido.
Enfim, chegando nos tempos em que as lembranças param de trazer sentimentos de saudade ou de dor decorrente e passam simplesmente a ganhar título de passado.
Novos tempos...
(com nada de novo para mim)
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