http://www.twip.org/photo/europe/italy/photo-11497-31-08-07-12-54-41.jpg
Eccoti, nella mente.
Resterai sempre, Leti, al mio cuore. Ti voglio bene tantissimo dal quel giorno che siete appena nata al mondo. Ti amo, amore mio.
ps: "Ho imparato...che quando sei innamorato, si vede" Sono bugiarda se le dico che no.
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
domingo, 19 de dezembro de 2010
Vamos falar de indiferença, honrá-la...
Respeitar para que não haja violência no que é de sentir;
amá-la para fugir de apego;
cuidar porque é preciso estar atento quando, por fim, se quer partir.
Proteger aquilo que te faz ficar bem, mesmo que seja nocivo (é bom saber que está guardado);
obedecer a razão para que não chegue o coração e tome conta de tudo que sou, mas que não quero ser.
"Honrar.: respeitar, amar, cuidar, proteger, obedecer"
amá-la para fugir de apego;
cuidar porque é preciso estar atento quando, por fim, se quer partir.
Proteger aquilo que te faz ficar bem, mesmo que seja nocivo (é bom saber que está guardado);
obedecer a razão para que não chegue o coração e tome conta de tudo que sou, mas que não quero ser.
"Honrar.: respeitar, amar, cuidar, proteger, obedecer"
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Passei Toda a Noite
Passei toda a noite, sem dormir, vendo, sem espaço, a figura dela,
E vendo-a sempre de maneiras diferentes do que a encontro a ela.
Faço pensamentos com a recordação do que ela é quando me fala,
E em cada pensamento ela varia de acordo com a sua semelhança.
Amar é pensar.
E eu quase que me esqueço de sentir só de pensar nela.
Não sei bem o que quero, mesmo dela, e eu não penso senão nela. Tenho uma grande distração animada. Quando desejo encontrá-la Quase que prefiro não a encontrar,
Para não ter que a deixar depois.
Não sei bem o que quero, nem quero saber o que quero.
Quero só Pensar nela.
Não peço nada a ninguém, nem a ela, senão pensar.
Alberto Caeiro (ou Pessoa, como preferir)
E vendo-a sempre de maneiras diferentes do que a encontro a ela.
Faço pensamentos com a recordação do que ela é quando me fala,
E em cada pensamento ela varia de acordo com a sua semelhança.
Amar é pensar.
E eu quase que me esqueço de sentir só de pensar nela.
Não sei bem o que quero, mesmo dela, e eu não penso senão nela. Tenho uma grande distração animada. Quando desejo encontrá-la Quase que prefiro não a encontrar,
Para não ter que a deixar depois.
Não sei bem o que quero, nem quero saber o que quero.
Quero só Pensar nela.
Não peço nada a ninguém, nem a ela, senão pensar.
Alberto Caeiro (ou Pessoa, como preferir)
sábado, 11 de dezembro de 2010
Poço
Buraco grande...sem fim, meu amigo. Quando a gente acha que o fim já chegou, sente uma ponta de prazer e consegue força pra sentir mais, mais adiante. Até encontrar o eixo onde as coordenadas das correntes se cruzam. Sei que no fundo há água, mas hei de achar logo! Antes que perca o ânimo de descer e me afundar cada vez mais.
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Paixão para lexicográficos
"1. Sentimento forte e profundo de amor ou ódio; 2. diz-se do amor excessivo, ardente; 3. entusiasmo; 4. vício que domina; 5. sofrimento prolongado."
É pra escolher?
É pra escolher?
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
sábado, 4 de dezembro de 2010
Indecisões...
E mais um dia sem sair da minha insônia. Ô praga! Mas ainda me pergunto o que tem de errado com a minha cabeça...
Jantei com um amigo e depois fui encontrar um pessoal. Bem interessante. Digo, com esse amigo levei uma chacoalhada absurda. Eu senti e, doeu. Pareceu que a vida toda foi um tempo perdido, gasto só com inutilidades. Fiquei mal.
Posso constatar então que apenas existi durante esse tempo todo e que, na vida, se é que exista um objetivo, para que o faça é preciso viver e não existir. A impressão que dá é que só existi nesse tempo. Pelo jeito a bronca surtiu efeito; de agora em diante eu vou viver.
Ele diz que ainda tenho que descobrir o dom em mim , mas quer saber? Não precisa descobrir, nem nunca precisou e o mundo é que não sabe.O efeito começa a degenerar-se no instante em que um palco (na penumbra e vazio) surge nesse labirinto que é a minha cabecinha.
A grande tacada de mestre vai ser jogar para fora (com pontaria) tudo o que está guardado. Jogar mesmo, mas para que haja pontaria é preciso foco e, meu amigo, eis a questão! Foco em que? Palco. Ainda descubro os caminhos de fora, mas tenho certeza de que o que tá aqui dentro tem um teto e o de comer. A minha casa é o palco, tendo teto e alimento nada mais é necessário para sobreviver. Assim eu sobrevivo, se eu vivo é outra história.
Jantei com um amigo e depois fui encontrar um pessoal. Bem interessante. Digo, com esse amigo levei uma chacoalhada absurda. Eu senti e, doeu. Pareceu que a vida toda foi um tempo perdido, gasto só com inutilidades. Fiquei mal.
Posso constatar então que apenas existi durante esse tempo todo e que, na vida, se é que exista um objetivo, para que o faça é preciso viver e não existir. A impressão que dá é que só existi nesse tempo. Pelo jeito a bronca surtiu efeito; de agora em diante eu vou viver.
Ele diz que ainda tenho que descobrir o dom em mim , mas quer saber? Não precisa descobrir, nem nunca precisou e o mundo é que não sabe.O efeito começa a degenerar-se no instante em que um palco (na penumbra e vazio) surge nesse labirinto que é a minha cabecinha.
A grande tacada de mestre vai ser jogar para fora (com pontaria) tudo o que está guardado. Jogar mesmo, mas para que haja pontaria é preciso foco e, meu amigo, eis a questão! Foco em que? Palco. Ainda descubro os caminhos de fora, mas tenho certeza de que o que tá aqui dentro tem um teto e o de comer. A minha casa é o palco, tendo teto e alimento nada mais é necessário para sobreviver. Assim eu sobrevivo, se eu vivo é outra história.
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