segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Unknown light

Further down the road there's a light
You're not the light 
You're not

Unknown light 
Come save me from this fight
I see this jail where
There's animals inside

The journey has begun
Says the voice behind
I don't see the sun
Neither do I

Talk to me 
Take me to the end
So that I can see it
Make it real
Save my life
Take me to the light

Universo

Eu quero fazer o bem pro mundo. 
Eu quero ser um exemplo. 
Eu quero enxergar o amor que o mundo tem por mim. 
Eu quero enxergar que eu sou capaz para viver no mundo. 
Eu quero retribuir o amor que o mundo tem por mim.

Universo,
Obrigada por me ajudar. 
Obrigada por sempre me mostrar a verdade.
Porque eu sempre estarei aqui, disposta a entender com clareza. 
Estou disposta a me suportar. 
A suportar o lado que eu não aceito em mim. 

Eu quero me jogar no Universo para que ele se materialize em mim com plenitude. 
Quero entender que eu sou uma pessoa especial. 
Eu mereço um amor especial, um carinho especial. 
Mereço também uma atenção especial. 

Quero entender meus detalhes, minhas consoantes e as minhas vogais. 
Eu sou um pote de ouro e um pote de loucura. 
Eu quero aprender a lidar com a complexidade do meu olhar distorcido. 
Quero desfazer as grades que eu criei. 
Foi tudo sem querer. 
Desculpa, Jessica. 
Desculpa, você não é uma pessoa que eu odeio. 
Você é uma pessoa que eu amo e não conheço. 
Muito prazer. 


sábado, 17 de outubro de 2015


Sou eu a inimiga do saber 


Dá um pouco o teu olhar
Assim
A gente tem um fim
Pra recomeçar

O meu carinho torto eu vi
Mas cambaleando eu vi
Eu vi por onde andei





quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Transformação

E o mais interessante disso, é que um ciclo se fecha de novo e, mais uma vez, eu procuro tentar retomar a minha essência. Ainda está tudo meio confuso. São muitos pensamentos. Eu sou íntegra, sou capaz de passar pelas tristezas. Elas são normais, e além disso, são naturais. A tristeza existe para nos ajudar a adquirir consciência de que existe uma dor em nós. Só quando percebemos a dor é que podemos agir no sentido de transformá-la. Assim, a tristeza traz informações e sempre nos pede algum tipo de transformação.

Agora? A minha transformação é esquecer tudo que penso saber sobre o que parece me aprisionar. Olhar ao meu redor, buscar o novo, recriar minha vida. Porque ela está aqui, nas minhas mãos, em mim e ao meu redor. Existe uma luz em mim e, aos poucos, estou entrando novamente em contato com ela... Esses tempos, me deixei e me permiti me afastar dela um pouco. Claro que não completamente, mas agora é tempo de retomá-la sem ninguém do meu lado. É muito bom me sentir acolhida por mim mesma nesse momento. Que não está sendo fácil, eu sei. Mas eu vou me curar, aliás, eu já estou me curando.

Algo que abalou minha segurança ou auto-confiança na vida foi talvez a educação torta que tive. Talvez a ausência dos meus pais em alguns momentos ou a autoridade sobre as decisões que eu poderia ter tomado sozinha. Mas quer saber? Eu tenho a opção de mudar o meu presente, tenho a opção sutil de deixar isso pra trás e tentar curar essa neblina que eu vejo no momento.

Meu objetivo? Retomar a consciência dos meus valores, da minha beleza, do meu talento, que sim, ele é muito especial e mais, retomar a vontade de viver, de voar e de abraçar o mundo com as minhas capacidades, sem a necessidade de ter alguém do meu lado. E se alguém estiver do meu lado, que essa pessoa se junte na jornada e que seja uma soma, não parte de mim.

Agora, como fazer isso, Jessica?