segunda-feira, 1 de setembro de 2014

The missing part

The missing part I talk about is not an illusion of my brain. It really exists. It is concrete. I miss an arm that I can hold on to. I dont talk about it to get nowhere. Maybe I will keep reaching out this missing part I might never find. Maybe I find it reflecting in people's lifes existance's facts.

 Although time will never play easy on me, I know I might be able to get over it sometime. Not now, though. I just need a little patience with myself, just to understand that I can't reach people's hearts the way I feel things. Maybe that missing part acts in this case, for that I feel alone everytime I feel. 

I wish I could have an arm that I could rely on the way I wanted to: with no fear. I won't ever be able to do that, I know. Cause I know there is no trustworthy hearts, unless mine, that I can share my painless past disguise and be completely understood. And lay down after that. And not fall on ground unaware.

No more of what I won't ever have. 

With love. Me. 

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Os espinhos

Ninguém nunca vai saber o tamanho da dor da decepção que não eu. Ninguém pode mensurar o meu machucado que não eu. Ninguém pode sentir o que há dentro de mim que não eu. 

As pessoas apenas enxergam o reflexo, o reflexo dos monstros que habitam em mim. Podem também senti-lo. Esse reflexo, o que nomeiam de reação. É essa a reação que temos como o fruto de uma decepção plantada por outrem. 

Não me responsabilizo muito bem pelas minhas reações, dito que sou um ser coibido de perfeição. Tampouco me responsabilizo pelas plantações de outrem! Culpa não tenho do erro de mentes que não a minha! 

Apenas carrego os frutos e procuro ver as flores, apesar dos espinhos! 

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Um coração a mil

Agradeço não sei a quem
Ao acaso talvez,
Por me trazer alguém
Que me faz tão bem

Aprendi que o amor
É solução pro coração
Afoito em saciar
Um latejo em respirar

Agora respiro, em paz
O passado embriagado
Deixei para trás

Obrigada, Acaso
Por fazer o mundo rodar
E me ensinar a amar

Que seja bem vinda, a vida
De um amor sutil
Porque não vejo mais ferida
Apenas sinto a batida
De um coração a mil

Obrigada, Acaso

O passado embriagado tanto me embaraçou que cheguei aqui, com o sentir maduro, que para mim, não traz resquício. Meu coração é tímido, os sentimentos, afoitos por paz. A vida mal pode esperar. Meu coração hoje é portátil. Indefeso, mas portátil. O acaso? Obrigada.

segunda-feira, 31 de março de 2014

Until the end

Maybe I'm lost. Maybe I want everything when I have nothing to hold. Maybe there's no light in the end that my eyes can see. I wish them to realize. I wish my eyes to realize the light I don't see right now. There must be some hope. There must be an end. I hope the end is good. I hope it is soft. I hope my body holds me until the end.

sábado, 1 de março de 2014

Um beijo e um queijo

A questão é: será que isso tudo me fez bem ou me fez mal? Ou nenhum dos dois? Tem tanto tempo que não consigo compor, escrever...será que essa história toda aconteceu por que motivo? Não sei, mas uma hora vou saber. É muito triste, mas eu vou ficar bem. Eu sei que vou ficar. Ao menos minha essência se volta sempre, sempre que estou mal, para a arte. Para a música, leitura, poesia, composição. A essas virtudes talvez que me foram apresentadas, eu deveria ter dado mais valor. Toda vez que me aproximo mais de alguém, acabo perdendo o glamour da proximidade que tenho com a música. Dessa vez perdi menos, tenho certeza, mas era pra ter ganhado, não perdido.

À vida devo a obrigação de viver e é isso que vou fazer. Que oportunidades estejam de portas abertas para mim. Que boas energias venham a meu favor. Precisarei de mais coração para seguir em frente. Conforto da minha própria rotina e vontade, mais vontade ainda de caminhar. Até porque no momento caminhar sem muletas está proibido. Bem, quando eu tirar as muletas, talvez consiga andar melhor. Haha.

Um beijo e um queijo para o meu blog, que está tão esquecido.