Nosso subconsciente é a parte mais profunda de nós que computa 40 milhões de bits de informações a cada segundo e depois de um processo de filtro no cérebro, apenas computamos de 5 a 9 bits por segundo. Esses 5 a 9 bits por segundo são a nossa percepção da realidade. É no subconsciente que residem nossas experiências passadas, como um computador que faz um registro a cada milissegundo. Quando você olha a superfície do mar, você só vê o que seus olhos podem perceber, enquanto que o mar pode ir em milhares de metros de profundidade. Você não consegue ver, mas ainda está lá e ainda é parte da realidade. Como a mente consciente (superfície) e a mente subconsciente (abaixo da superfície). A mente consciente é a parte analítica lógica de nós, enquanto a mente subconsciente é completamente ilógica.
Que tal começar a afirmar coisas interessantes para a parte ilógica agir nosso favor?
terça-feira, 13 de junho de 2017
domingo, 11 de junho de 2017
Trecho
"Demorei demais para perceber que anos e relacionamentos perdidos não podem ser recuperados, que o mal que se faz a si mesmo e aos outros nem sempre pode ser corrigido e que libertar-se do controle imposto pela medicação perde seu significado quando as únicas alternativas são a morte e a insanidade."
Uma Mente Inquieta - Kay Redfield Jamison
Uma Mente Inquieta - Kay Redfield Jamison
sexta-feira, 9 de junho de 2017
Recomeço
Eu vou me lapidando
Eu vou tirando o pó
E caminhando só
Eu vou recomeçar
Um recomeço do avesso
Mas mesmo assim
Eu vejo um lindo fim
Eu já paguei o preço
E é por isso que mereço
Obs: Dias melhores virão
Eu vou tirando o pó
E caminhando só
Eu vou recomeçar
Um recomeço do avesso
Mas mesmo assim
Eu vejo um lindo fim
Eu já paguei o preço
E é por isso que mereço
Obs: Dias melhores virão
sexta-feira, 2 de junho de 2017
Despertar
Para merecer o amor das pessoas eu tenho que fazer mais do que eu faço, me doar mais do que me dôo, dar pirueta, andar de monociclo? Segundo Carl Rogers, da psicologia humanista, o motivo do sofrimento do ser humano é a variável de se sentir indigno do amor das outras pessoas. A verdade é que eu nunca me considerei digna do amor das outras pessoas. A inteligência espiritual direciona essa questão e eu sou muito grata por isso. Para alguns, esse é o "caminho do meio", entre duas polaridades.
Na verdade a gente tem que se julgar digno e ter ciência das próprias limitações, as próprias dificuldades. Elas existem e precisam ser respeitadas. Não esperem de mim uma lista com uma fórmula mágica. A afirmação perigosa está em "você sabe do que eu preciso e eu não sei do que eu preciso ". Isso é dilacerante, é como se eu tirasse das minhas mãos todo o poder sobre a minha própria vida e entregasse nas mãos de outra pessoa. Pode parecer óbvio, mas não é.
Muito embora o ideal não seja a bipolaridade, há de existir um lado bom de estar nos extremos, além da criatividade. Quando a gente sai de um extremo e vai para o extremo oposto, em algum momento a gente passa pelo equilíbrio, ou seja, o tal "caminho do meio". O pêndulo sempre passa pelo meio quando vai de um pólo para o outro.
Geralmente, estamos muito preocupados em buscar o equilíbrio do lado de fora, um equilíbrio pressuposto pelo mundo, que nos ensinou a sempre se basear em estereótipos e rótulos de como devemos nos comportar - cuidado, porque eles só colocam a gente num lugar de escassez.
Cuidado é pouco quando se quer alcançar o equilíbrio fora. As pessoas e a sociedade acabam lucrando com o nosso condicionamento forçado de buscar o que se encontra dentro, no lado de fora e por vezes, isso pode ser bastante cruel e autodestrutivo.
O planeta Terra nunca está em equilíbrio. Ele está sempre girando, mas sempre pressupõe o tal equilíbrio e assim acontece conosco, já que estamos todos aqui vivendo essa experiência através dos nossos corpos.
Colocar nas mãos de outra pessoa a capacidade e a possibilidade de mudar a nossa vida é muito nocivo, mas não se pode desistir. O equilíbrio é possível. A cura é possível, desde alma à visão de vida, à expansão, ao amar o outro como a si mesmo. Amar a si mesmo requer um infinito despertar. Podemos chegar mais longe se estamos cada um remando na mesma direção. Mais importante do que ter as respostas é fazer as perguntas certas. "A gente aprende mais procurando pela resposta e nunca a encontrando do que a encontrando e parando por ali." - Lloyd Alexander.
Dedique mais tempo não em alcançar esse equilíbrio, mas em se permitir, se abrir para o equilíbrio. Talvez ele não esteja encaixado no molde de "ideal" que a sua mente criou. Despertar esses olhos para dentro, assim todo mundo rema junto.
Na verdade a gente tem que se julgar digno e ter ciência das próprias limitações, as próprias dificuldades. Elas existem e precisam ser respeitadas. Não esperem de mim uma lista com uma fórmula mágica. A afirmação perigosa está em "você sabe do que eu preciso e eu não sei do que eu preciso ". Isso é dilacerante, é como se eu tirasse das minhas mãos todo o poder sobre a minha própria vida e entregasse nas mãos de outra pessoa. Pode parecer óbvio, mas não é.
Muito embora o ideal não seja a bipolaridade, há de existir um lado bom de estar nos extremos, além da criatividade. Quando a gente sai de um extremo e vai para o extremo oposto, em algum momento a gente passa pelo equilíbrio, ou seja, o tal "caminho do meio". O pêndulo sempre passa pelo meio quando vai de um pólo para o outro.
Geralmente, estamos muito preocupados em buscar o equilíbrio do lado de fora, um equilíbrio pressuposto pelo mundo, que nos ensinou a sempre se basear em estereótipos e rótulos de como devemos nos comportar - cuidado, porque eles só colocam a gente num lugar de escassez.
Cuidado é pouco quando se quer alcançar o equilíbrio fora. As pessoas e a sociedade acabam lucrando com o nosso condicionamento forçado de buscar o que se encontra dentro, no lado de fora e por vezes, isso pode ser bastante cruel e autodestrutivo.
O planeta Terra nunca está em equilíbrio. Ele está sempre girando, mas sempre pressupõe o tal equilíbrio e assim acontece conosco, já que estamos todos aqui vivendo essa experiência através dos nossos corpos.
Colocar nas mãos de outra pessoa a capacidade e a possibilidade de mudar a nossa vida é muito nocivo, mas não se pode desistir. O equilíbrio é possível. A cura é possível, desde alma à visão de vida, à expansão, ao amar o outro como a si mesmo. Amar a si mesmo requer um infinito despertar. Podemos chegar mais longe se estamos cada um remando na mesma direção. Mais importante do que ter as respostas é fazer as perguntas certas. "A gente aprende mais procurando pela resposta e nunca a encontrando do que a encontrando e parando por ali." - Lloyd Alexander.
Dedique mais tempo não em alcançar esse equilíbrio, mas em se permitir, se abrir para o equilíbrio. Talvez ele não esteja encaixado no molde de "ideal" que a sua mente criou. Despertar esses olhos para dentro, assim todo mundo rema junto.
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