quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Aqui estou, louca para escrever isto. Tudo começou com uma simples social ,dessas que fazemos normalmente hoje em dia nas casas dos amigos. Essa foi na casa do Franco,meu melhor amigo, que, por sinal, é muito amigo de uma menina, a Mariah.
Eu e Franco temos uma amizade um tanto... batida. Quero dizer que nós nos tratamos como irmãos. No sentido de que nada é novo, eu tenho outros grupos de amizade, outra vida e ele, tem a dele. Não estamos mais no estágio inicial de uma amizade pegajosa de crianças de 12 anos de idade. Bem, o que isso importa? É o seguinte, como nossa amizade já não é mais aquela 'amizade-chiclete', eu não ando com as pessoas que ele anda. Ele anda com vários tipos de pessoas, eu também, mas ando com muita gente alternativa e por isso eu não vou muito com as amigas patricinhas do Franco. Não por serem pattys, mas além disso. Não gosto delas por uma série de fatores que não vou mencionar agora.
O fato é que a Mariah é BEM patty e eu não. Já não gostei dela de primeira,mas...mas...eu sabia que a mãe dela havia escrito um livro e , dentro desse livro, tinham histórias bem aventureiras e perigosas,talvez. Hahaha, pra mim é um ponto positivo.
Quando eu cheguei lá, conheci ela. Me tratou super bem, assim, como nenhuma patty tinha me tratado antes. Achei até estranho. Enfim, conversamos e acabei descobrindo que a mãe dela era paciente da minha psicóloga. Ok, legal, achei o máximo mas passou.
No decorrer da festa eu fui percebendo algumas atitudes da Mariah que me surpreenderam. Ela não bebia, no meio de um bando de gente bebada. Odiava maconha.Me identifiquei com ela em vários aspectos e vi que ela era uma amizade boa pro meu melhor amigo. Isso me tranquilizou de certa forma.
Hoje, fui à Lucia e aí ela me contou do livro, da Carla e tal. Aí eu entendi o que aconteceu. Li também o depoimento que a Carla escreveu no site de terapia narrativa. Fiquei louca pra conhecer a Carla.Ai, porque a Carla isso , a Carla aquilo. Adorei.

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