Muitos aqui não me conhecem ou pouco tiveram contato comigo, mas vou aproveitar para me apresentar para alguns e me despedir de outros, já que é momento de textos.
Nasci em 1990 e o Rock in Rio para mim não passava de um festival utópico que não fazia parte do meu universo, e sim da galera mais velha que eu. Isso me incomodava absurdamente porque só eu que perdi o Fredie Mercury cantando Love of my life. Não vi a Cassia mostrando os peitos e nem cantando Smells Like Teen Spirit. Eu tinha 10 anos, lembro muito vagamente.
No começo desse ano já tinha meus ingressos garantidos para assistir o Axl, maior ídolo da minha pré adolescência e tirar a imagem utópica do Rock in Rio da cabeça. Jamais imaginei que ver ele não seria nada perto da experiência que tive.
Um mês muito intenso, muito café, refeições em horários alternativos, um sol gritante que nem viseira, óculos dava conta. Quem diria! Graças a uma das pessoas mais importantes da minha vida e meu melhor amigo Franco Trotta, em um mês fiz amizades incríveis, passei momentos ÚNICOS e chorei de desespero. Fiquei frustrada com a idade do Axl, desenvolvi um trauma com a palavra "ingresso" e nunca mais vou esquecer disso tudo!
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