Vamos voltar ao passado, lembrar dos propósitos, das partes mais profundas das nossas almas, que trazem consigo valores que só nós temos. Digo, cada um de nós. Cada um de nós traz em resquícios presentes traços do passado. Isso é notável. A questão é que não queremos enxergar. Às vezes é bom tentar enxergar de forma um pouco mais simples...Tudo se transforma. O que é sólido vira ar e se dissipa. O que não existe começa a criar forma e por aí vai...
Para o tempo. Vamos parar para analisar a cena do agora. O que é que estou fazendo? Para onde estou indo? Com quem estou indo? Como estou indo?
Não sei, não é preciso saber. Só levo comigo a minha essência.
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