
Laila, o nome dela...Pausa par o nome (...) e eu a escolheria para o festival! Sem dúvida alguma. Esse é um festival que, lógico, como uma New Yorker, não poderia deixar de mencionar depois de um dia como hoje.
Tendo que para o estudo de Clown no teatro é necessário que se entre em contato com o auto-conhecimento em profundidade e que para que se insira um personagem, vista-se uma máscara, é bem notável que ser Clown nos dias atuais não é novidade.
Depois de ver Betty Faria em cena notei alguns momentos de máscara e outros bem realísticos. Isso acabou por me deixar um tanto confusa. A atuação aqui no Brasil é sempre um enigma para mim, mas não no bom sentido, é uma demonstração pífia de sentimentos. A nível de Broadway, é essa a minha perspectiva.
Abrindo hoje mais cedo na primeira página, um dos melhores livros de atuação para os americanos, dei de cara com a seguinte frase " Always tell the truth. It's the easiest thing to remember." Qual é o problema com o acting technique aqui? Por que mistificou-se que atuar é fingir? Para mim, está mais para dizer a verdade do que para fingir.
É o estudo do Clown, é a Laila que se veste de palhaço. É tudo tão verdadeiro...
(reverberações da aula do Dani, depois de um longo transito ao som de Adele, aula no Tablado e, para encerrar, Shirley Valentine com Betty Faria no Teatro das Artes)
[post inacabado - estou caindo de sono]

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