No Segundo Caderno hoje, Arnaldo Jabor fala da valorização excessiva das irrelevâncias culturais. Mera coincidência: tópico, curiosamente, tangenciado na semana passada, no post anterior, certo? Falei da originalidade atual que se coloca muito na repetição de obras já existentes. Agora venho falar dos sucessos efêmeros que meu querido Arnaldo Jabor comentou na contra-capa do Segundo Caderno. Com o seguinte título "Queremos ser modernos ou eternos?", bem, concluo depois de ler que hoje em dia a galera se preocupa mais em ser moderna. Estão preocupados em carimbar por um momento 'piadinhas inúteis, pequenos tweets e filminhos sem talento, só porque estão na rede'.
Pois bem, eu participo dessa geração e é claro que esses sucessos do dia para a noite permeiam as headlines de ma vie (GODBECCA BLACK irá lançar seu novo single e não perco por esperar, é sério!), mas está bem...
Posso me contentar com uma fama efêmera. Tenho certeza de que começará em um dia e numa fração de tempo acabará nos braços da eternidade.
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